Novo Opel Meriva: versatilidade elevada ao expoente máximo

2010-02-01

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  • Inovação: múltiplas soluções inéditas dilatam liderança em versatilidade;
  • FlexSpace e FlexRail oferecem um habitáculo realmente modulável;
  • Estilo: visual com foco na nova linguagem de design da Opel

Sumário

Novo Opel Meriva: versatilidade elevada ao expoente máximo
Opel FlexDoors: o novo sistema de portas do Meriva - Porquê portas de abertura antagónica?
Visual do novo Meriva na onda da linguagem de design Opel
Há sempre um lugar para objectos no novo Meriva - Arrumação flexível e inteligente
Portas de dobradiças posteriores: uma história que se estende de 1904 até ao novo Meriva - Destaque



A segunda geração Opel Meriva cria novos padrões em matéria de versatilidade automóvel, recorrendo a múltiplas soluções inovadoras, como os sistemas FlexFloor, FlexSpace, FlexRail e FlexFix, para levar a utilização variável do espaço a um patamar nunca alcançado nesta classe de monovolumes.

Com um visual inspirado na mais recente linguagem de design da Opel e um foco determinado na qualidade, o novo Meriva também possui a gama mais alargada de opções de decoração do habitáculo que alguma vez Opel disponibilizou num único modelo.

Soluções inovadoras facilitam acesso e libertam espaço

O Meriva abre uma dimensão totalmente nova em matéria de acesso aos lugares traseiros graças às portas de abertura antagónica (por oposição às da frente, as portas traseiras abrem para trás), uma estreia neste segmento. O sistema FlexDoors possui portas de dimensões normais que abrem de forma independente sem necessidade de fechaduras que pressupõem a sobreposição das portas da frente. A existência de pilares B convencionais permite a autonomia de abertura independente de qualquer uma das portas, ao mesmo tempo que garante maior rigidez da estrutura e melhor protecção contra impactes laterais.

O conceito FlexDoors oferece melhorias consideráveis ao nível da ergonomia, facilitando ao máximo as entradas e saídas do habitáculo. A colocação das dobradiças no pilar C também deixa mais espaço para os movimentos dos passageiros de trás. As portas abrem a um ângulo de quase 90 graus, muito superior ao das portas tradicionais.
Outro dos factores positivos do conceito FlexDoors é o incremento da segurança, especialmente quando é utilizado por famílias com crianças. Os pais acedem ao banco traseiro com maior facilidade para fixar cadeiras e cintos de segurança, ao mesmo tempo que as crianças ficam mais resguardadas quando entram ou saem do automóvel. Por exemplo, quando ambas as portas da frente e de trás estão abertas, fica criada uma zona de segurança onde o adulto não está separado da criança por uma porta. Isto evita que a criança avance sem tutela para a rua ou o passeio.

Ao mesmo tempo, as portas FlexDoors são seguras. Os engenheiros da Opel desenvolveram um sistema à prova de falhas que garante que as portas estão sempre fechadas e trancadas quando o automóvel circula a mais de 4 km/h. O sofisticado dispositivo de segurança das fechaduras avisa o condutor sempre que uma porta não esteja completamente fechada.

Inovações da Opel oferecem espaços para as pequenas coisas e grandes extras

Outra característica inovadora do Meriva é o conceito de consola central FlexRail entre os bancos dianteiros. Oferece diversas possibilidades para guardar uma variedade de objectos, desde sacos de mão e revistas até iPods, CDs ou caixas de lenços. Opções de design como a colocação da alavanca da caixa de velocidades num nível superior e a utilização de um sistema de travão de estacionamento eléctrico, permitiram criar mais espaço entre os bancos.

O habitáculo possui múltiplas opções para guardar objectos, tendo sido desenhado para acomodar tudo o que, de acordo com as pesquisas da Opel, é normalmente transportado dentro de um automóvel, como garrafas de 1,5 litros, que podem ser colocadas nas prateleiras das portas.

Atrás, o conceito FlexSpace do Meriva proporciona uma configuração de habitáculo adaptável, sem que seja necessário remover qualquer banco. O sistema foi melhorado para facilitar o manuseamento, com movimentos únicos para fazer deslizar os bancos ou rebater as costas. Isto permite que o Meriva se transforme com enorme facilidade em variadas configurações possíveis, desde um automóvel de dois lugares até um familiar para cinco pessoas. Registe-se que os bancos traseiros podem ser integralmente rebatidos para dentro do piso, disponibilizando um grande compartimento de bagageira.

Novo neste segmento é o suporte FlexFix de transporte de bicicletas. Esta inovação da Opel funciona como uma gaveta atrás do pára-choques traseiro, tornando o transporte de bicicletas mais fácil que nunca, já que não obriga à utilização de dispositivos adicionais ou de espaço na garagem para os guardar. O suporte FlexFix pode transportar duas bicicletas e, quando não é utilizado, fica escondido dentro do pára-choques do Meriva.

Bancos certificados pela AGR

Os bancos do novo Meriva apresentam proporções generosas e possuem excelente apoio lateral, oferecendo um nível de conforto próprio de automóveis de categorias superiores. Também referencial é o número de possibilidades de ajustamento dos bancos dianteiros. Para além das regulações habituais em altura e em distância, os bancos ergonómicos desportivos possuem assentos extensíveis e de inclinação ajustável, apoio lombar com regulação eléctrica e encostos de cabeça ajustáveis em quatro direcções. Estes bancos receberam o selo de aprovação da Aktion Gesunder Rücken e.V., uma associação formada por especialistas alemães em ergonomia.

Visibilidade e segurança optimizadas

O novo Meriva leva mais longe os benefícios da posição elevada dos bancos, típica de monovolumes, proporcionando ainda melhor visibilidade para a frente e para trás. A secção dianteira curta, os pilares A mais estreitos e bem posicionados, e os faróis de maiores dimensões, tudo contribui para uma maior facilidade de condução. Para os passageiros dos bancos traseiros, especialmente se forem crianças, a visibilidade é excelente graças ao formado de onda adoptado no perfil inferior das janelas.

A segunda geração do Meriva oferece a possibilidade de montar um tejadilho integral de vidro com quase dois metros de comprimento, equipado com uma cortina interior de comando eléctrico. Este tejadilho é o maior do segmento dos pequenos monovolumes e confere ao habitáculo do novo Meriva um ambiente aberto com muita luz.

A segurança na condução pode receber o importante contributo do sistema de faróis adaptativos AFL, que inclui luz dinâmica de curva e luz de cruzamento.

Qualidade de design evidente ao primeiro olhar

Por dentro e por fora, o Meriva exibe a elogiada linguagem de design da Opel – “Arte escultural aliada à precisão alemã” – com o mesmo foco na qualidade revelada pelo Insignia e pelo novo Astra. A linha de tejadilho, mais baixa e suave, conjugada com a assinatura do motivo da “lâmina” nos flancos e a onda criada na base das janelas das portas traseiras conferem ao Meriva um visual moderno e original.

No habitáculo, o tabliê envolve os ocupantes dos bancos da frente e acentua a sensação de espaço, para o que contribui a consola central colocada em plano mais inclinado que o normal. No que toca a acabamentos, o Meriva oferecerá, à saída da fábrica, nada menos que seis conjugações independentes de tecidos e cores, que vão desde o tradicional ao elegante contemporâneo. Os elevados padrões de acabamentos e de materiais, bem como a decoração, são do tipo dos que se encontram em automóveis mais dispendiosos.  

No global, o novo Meriva oferece maior versatilidade num design moderno, criando as condições para reforçar a sua liderança no segmeto dos pequenos monovolumes. A junção de forma e função nunca foi tão atraente.


Porquê portas de abertura antagónica?

Opel FlexDoors: o novo sistema de portas do Meriva

  • Inovador: portas com dobradiças na parte posterior facilitam acessos
  • Prático: ideal para os pais acomodarem os filhos no banco traseiro
  • Estético: o sistema FlexDoors não compromete o design

A versatilidade está totalmente relacionada com a utilização eficiente do espaço – o que no caso do novo Opel Meriva abrange as portas traseiras. Tirando partido do potencial das dobradiças montadas em posição posterior, elas abrem uma nova dimensão no desenho das portas dos pequenos monovolumes.

As novas FlexDoors criam um espaço amplo para acesso aos bancos traseiros. O movimento necessário para as abrir é no sentido dianteiro, consequentemente mais ergonómico e esforçando menos as costas. As pegas estrategicamente localizadas tornam tudo mais prático para qualquer pessoa, nova ou idosa.

«As portas têm de corresponder ao veículo e estas FlexDoors inovadoras são perfeitas para o Meriva», refere Alain Visser, Vice Presidente da Opel/Vauxhall para as área de Vendas, Marketing e Pós-Venda. «É um sistema seguro, facilita as entradas e saídas e oferece uma excelente aparência.»

Os engenheiros da Opel acrescentaram trancas automáticas (função speedlock) para maior segurança e desenvolveram um sistema de fechaduras à prova de falhas que assegura que as portas se encontram sempre trancadas quando o veículo está em movimento.

As trancas eléctricas são accionadas automaticamente acima dos 4 km/h. A partir desse momento, deixa de ser possível abrir as FlexDoors por dentro, mas estas são automaticamente destrancadas logo que o veículo pára. Se ocorrer uma colisão em que os sistemas de retenção de bordo sejam accionados, as portas destrancam-se automaticamente.  

Porquê portas com dobradiças posteriores?

Os pais com crianças pequenas necessitam de um melhor acesso ao banco traseiro que facilite a fixação e remoção das cadeiras e assentos de criança. Por outro lado, os passageiros mais idosos sentem muitas vezes dificuldade em entrar e sair do banco traseiro. Isto levou a que os engenheiros e designers da Opel se propusessem criar um melhor acesso traseiro sem aumentarem as dimensões do Meriva nem comprometerem a sua estética.

Duas opções foram imediatamente rejeitadas. A ampliação das portas traseiras iria necessariamente implicar uma redução do tamanho das portas da frente, desequilibrando as proporções do novo monovolume. Descartou-se igualmente a ideia de colocar portas de correr, visto que isso se teria traduzido num aumento do comprimento traseiro do veículo para acomodar o curso da porta, para além de aumentar o peso do veículo.

A solução inteligente foi o sistema Opel FlexDoors, único no segmento dos pequenos monovolumes. A deslocação das dobradiças das portas para o pilar C cria espaço adicional. Ao contrário de uma porta convencional com dobradiças à frente, cria um acesso adjacente ao pilar B, zona onde existe um maior espaço entre o tejadilho e o piso. O sistema de FlexDoors do Meriva optimiza a abertura das portas ao libertar um espaço desperdiçado que, numa porta com dobradiças à frente, seria normalmente ocupado pela cava da roda traseira.

O resultado é uma melhoria da ergonomia. Para os pais, significa pleno acesso à zona do banco traseiro e o posicionamento no espaço geralmente ocupado pela porta aberta. Podem chegar à frente com bebés e crianças pequenas para montarem facilmente as cadeiras e cintos de segurança. Aos ocupantes adultos basta avançarem a direito ao entrar e sair, sem terem que se contorcer por causa da cava da roda. As pegas colocadas no interior dos pilares B facilitam igualmente as entradas e saídas a crianças e adultos.

Ao contrário da maioria das portas com dobradiças à frente, que não abrem mais do que cerca de 68 graus, as FlexDoors abrem em quatro fases até aos 84 graus, criando um espaço de acesso optimizado. Esta função de abertura ampla foi igualmente incorporada nas portas dianteiras do Meriva.

As vantagens menos óbvias do sistema FlexDoor são as entradas/saídas facilitadas em espaços de estacionamento apertados e o acesso mais cómodo à secção traseira do habitáculo para o condutor ou passageiro da frente: é mais fácil abrir uma FlexDoor para pendurar um casaco ou retirar um objecto do banco traseiro do que ter de contornar uma porta convencional com dobradiças à frente. A FlexDoor garante ainda um excelente acesso para limpar o piso ou os bancos traseiros – uma tarefa comum após uma viagem longa.

Reacção positiva de potenciais clientes

Durante a fase de desenvolvimento, o conceito foi intensamente avaliado pelos clientes nas chamadas “clínicas”. Na última dessas sessões, organizada com um veículo de produção, os participantes atribuíram uma elevada classificação às entradas/saídas do habitáculo, enquanto que os pais mostraram particular apreço pelas vantagens relacionadas com a acomodação dos filhos.

As FlexDoors constituíram uma experiência nova para todos os participantes. Um dos presentes abriu e fechou as portas três ou quatro vezes para se habituar ao novo movimento. Depois entrou para o banco traseiro e abriu e fechou a porta mais uma ou duas vezes. Já uma senhora idosa não demorou muito tempo a dar a sua opinião. “Estas pegas no pilar B são ideais,” disse ao segurar-se a uma delas para sair do carro.

Deslocação das dobradiças do pilar B para o C obrigou os engenheiros da Opel a superar alguns desafios

Embora a tecnologia das portas seja geralmente uma coisa rotineira nas portas com dobradiças à frente, o sistema de dobradiças posteriores apresentava alguns desafios de engenharia. Numa porta com dobradiças à frente, estas são fixadas ao pilar B. Nas FlexDoors, porém, as dobradiças têm de ser deslocadas para o pilar C. Mas era aqui que residia o desafio: num pilar C, a cava da roda traseira ocupa demasiado espaço para se poder montar uma porta adequadamente. No Meriva, as dobradiças têm que estar pelo menos distanciadas 360 mm para que a porta fique estável.

Para resolver esse desafio, os engenheiros tiveram de deslocar o pilar C cerca de 70 a 80 mm para diante da cava da roda. Mas a estabilidade da porta não se prende apenas com a relocalização dos pontos de fixação. Para suportar as cargas da porta no pilar C, os engenheiros reforçaram o painel interior da carroçaria até à embaladeira. A acção de abertura e fecho da porta foi também ergonomicamente concebida para se tornar mais fácil.

Para minimizar qualquer movimento lateral da porta em caso de colisão, os técnicos acrescentaram uma chapa metálica elevada até à face superior do pilar B que faz de cunha entre as arestas fechadas das portas. Uma vantagem acrescida reside no facto de a chapa, revestida com um friso preto à face com as molduras das janelas, conferir um acabamento uniforme que contribui para uma boa aerodinâmica e um reduzido nível de ruído de vento.

Design

Visual do novo Meriva na onda da linguagem de design Opel  
  • Nova linguagem de design Opel alargada ao novo Meriva
  • Ondulação na linha de cintura acentua a existência do sistema inovador FlexDoors
  • Habitáculo acolhedor introduz motivos em forma de asa no habitáculo
  • Paleta de cores interiores mais ampla do que nunca

Longe vão os tempos em que se pensava que os monovolumes tinham de parecer caixotes. O novo Opel Meriva refina o design exterior através de uma linha de tejadilho mais longa e mais baixa, que vem diluir a distinção entre as carroçarias monovolume e dois volumes.

A inclusão da nova estratégia de design da Opel – uma fusão entre arte escultural e precisão alemã – para um pequeno formato acrescenta um toque de estilo e um visual mais expressivo à volumetria da cabina avançada, tanto a nível do interior como do exterior. A Opel recorre aos elementos de design da asa e da lâmina observados no Insígnia e no Astra da nova geração. Contudo, no Meriva, o resultado é um automóvel mais resoluto, assertivo e dinâmico que tem tanto de belo como de versátil.

À semelhança do exterior, o design do habitáculo do novo Meriva é expressivo e alegre. As linhas amplas do tabliê em forma de asa prolongam-se até às portas, e o efeito envolvente cria um habitáculo convidativo.

À saída da fábrica, a Opel passa agora a oferecer aos clientes uma gama ímpar de cores e revestimentos, que vão do Branco Casablanca, Vermelho Magma, Prata Star e Preto Sapphire ao novo chique urbano. As cores Silver Lake, Cinzento Técnico metalizado, Pepper Dust metalizado e Azul Oriental mica metalizado – são novas na linha de produtos.

«O novo Meriva é uma combinação optimizada de design expressivo e inovações para o dia-a-dia», explica Mark Adams, Vice Presidente da Opel/Vauxhall para o Design. «Trata-se de um habitáculo simultaneamente expressivo e funcional em que abundam o espaço e a visibilidade.»

Linha de cintura ondulada e flancos com elemento ‘lâmina’ dão ao Meriva um visual original

De perfil, o novo Meriva distingue-se por uma inovadora linha de cintura ondulada, que deixa adivinhar a funcionalidade da zona traseira do habitáculo. Este motivo de design é mais do que um exercício cosmético: aumenta a profundidade das janelas traseiras em cinco centímetros, melhorando a visibilidade dos ocupantes do banco traseiro, particularmente se frorem crianças. Podem ver melhor ‘o mundo que passa lá fora’ e beneficiar de um ambiente mais aberto e arejado no habitáculo.

A nova linguagem de design da Opel está patente em variados pormenores, nomeadamente no motivo da lâmina estampado na parte lateral dianteira da carroçaria. Transmitindo uma sensação de movimento, é semelhante, embora com execução diferente, ao do Astra e do Insignia, provando assim que o Meriva é um membro da mesma família de design, mas com uma personalidade própria. Um outro elemento de assinatura é constituído pelas pegas das portas centralizadas, localizadas próximas uma da outra, de ambos os lados do pilar B, denotando a presença das FlexDoors traseiras.

À frente, todos os elementos estão integrados num amplo grafismo em V que confere ao rosto do novo Meriva uma identidade Opel distintiva. A grelha de dimensões apreciáveis, com a barra superior cromada onde se destaca o emblema Opel, é ladeada pelas grandes ópticas tipo ‘olho de águia’, semelhantes às do Astra da nova geração. Estes faróis prolongam-se até ao pilar A e incorporam as luzes de condução diurna de forma alada que constituem também uma assinatura Opel.

A secção traseira exibe o mesmo tema de design do grafismo em V. Como forma individual, o óculo traseiro estreita-se a partir da linha de tejadilho, passando por uma zona escurecida e terminando na reentrância da chapa de matrícula, na parte inferior do portão traseiro. Esta forma é equilibrada por ombros subtis na parte posterior da carroçaria que lhe acrescentam um toque de aparência musculosa.

Os grandes grupos ópticos traseiros fazem eco dos do Astra e integram as luzes em forma de asa que são uma assinatura da Opel. São totalmente vermelhos, à excepção dos farolins de marcha-atrás estreitos e transparentes – bem alinhados com uma faixa cromada que acrescenta amplitude visual. O porta-bicicletas opcional FlexFix do Meriva está totalmente integrado atrás de um apêndice preto existente na parte inferior do pára-choques.

Habitáculo convidativo e de elevada qualidade

Confortável e acolhedor, o habitáculo do novo Meriva é um lugar agradável e convidativo para se estar. Alia uma expressão do tema da asa Opel a uma vasta paleta de cores e revestimentos.

Tal como o exterior, o design interior do Meriva revela-se pleno de expressividade. As linhas amplas do tabliê em forma de asa prolongam-se até às portas, e o efeito envolvente cria um habitáculo convidativo e integrado.

Os designers rebaixaram e avançaram o painel de instrumentos em cerca de 80 mm, criando uma sensação de espaço e conforto acrescidos para os ocupantes da frente e optimizando a posição elevada de condução do Meriva. A visibilidade para o condutor foi também melhorada graças a pilares A que são mais estreitos e estão melhor posicionados, ao mesmo tempo que a superfície dos vidros triangulares traseiros aumentou. A linha ondulada rebaixada das janelas traseiras contribui para aumentar a visibilidade dos passageiros, especialmente os de estatura mais baixa.

Também a consola central foi dotada de uma maior facilidade de utilização, graças à sua inclinação, o que veio também melhorar a leitura dos instrumentos e a utilização ergonómica dos comandos. O ecrã plano do sistema de navegação está localizado em posição superior, próximo da linha de visão natural do condutor.

Os designers recorreram a materiais e acabamento típicos de automóveis mais dispendiosos. Os mostradores dos instrumentos principais, com aros cromados, estão alojados sob uma pequena abóboda pára-sol. Os acabamentos decorativos nas saídas de ar, alavanca da transmissão e comandos da consola central contribuem para a afirmação de qualidade melhorada.

Mais escolhas a nível do habitáculo

O novo Meriva oferece aos clientes uma escolha ímpar de cores e revestimentos, que vão do tradicional ao ‘chique urbano’. As combinações foram concebidas para responderem ao vasto leque de gostos dos clientes Meriva. Em termos de cores, de superfícies – quer dos tecidos quer dos materiais – e do contraste entre os níveis de equipamento, oferece a maior escolha de sempre num modelo Opel.

A Opel acrescentou uma gama de cores exteriores em todos os níveis de equipamento. Quatro cores – Silver Lake, Cinzento Técnico metalizado, Pepper Dust metalizado e Azul Oriental mica metalizado – são novidades na linha de produtos e estão disponíveis para além dos actuais Branco Casablanca, Vermelho Magma, Prata Star e Preto Sapphire.  

A versão base de gama Essentia apresenta o tabliê e os estofos em preto mate, complementados por acabamentos a preto brilhante na consola central e aros das entradas de ar. A versão Enjoy oferece uma selecção de três cores, aliadas a tecidos de maior qualidade e elementos decorativos cromados no volante, consola central, saídas de ar e comandos. Os acabamentos e os estofos podem ser encomendados em Preto Jet, Vermelho Curry (uma vibrante tonalidade laranja/vermelha) ou Cacau em combinação com Cacau claro (um acabamento beige complementado com tom vermelho para os estofos). O topo de gama Cosmo apresenta volumosos estofos estampados, decorados com Morrocana preto e costuras contrastantes. São propostas duas combinações de cores: antracite para o tablier e preto para os estofos ou cacau e cinza claro para ambos.

Tanto no exterior como no interior, o novo Meriva acrescenta à grande versatilidade um design mais expressivo. A junção entre forma e função nunca antes deu um resultado tão atraente.


Arrumação flexível e inteligente

Há sempre um lugar para objectos no novo Meriva
  • FlexRail: consola central adaptável e aumentada
  • FlexSpace: transforma o habitáculo para um transporte de volumes maiores
  • Soluções inteligentes de arrumação: resposta às necessidades dos clientes
  • Conforto dos bancos: bem-estar para as costas
  • FlexFix: porta-bicicletas integrado na traseira

O novo Meriva reforça a sua posição de liderança em termos de versatilidade no habitáculo, funcionalidade e conforto, esteticamente integrados em materiais e acabamentos de elevada qualidade. Múltiplos dispositivos inovadores facultam uma versatilidade invejável que alia o conforto dos passageiros a um espaço modulável para carga. Entre as novas ideias inteligentes para arrumação contam-se o FlexRail na consola central e o FlexSpace para a carga.

FlexRail – um conceito inovador para a consola central

O sistema FlexRail do novo Meriva, que se destaca pelas características únicas, garante uma arrumação cómoda e versátil para um vasto leque de objectos do dia-a-dia. – desde malas de mão e livros para colorir até iPods. Fá-lo permitindo aos seus proprietários ajustar, entre outros, a altura e posição dos módulos.

O Meriva oferece mais espaço entre os bancos dianteiros através da elevação da posição da alavanca da caixa de velocidades e da substituição do intrusivo travão de mão tradicional por um travão de estacionamento com comando eléctrico (de série em todos os modelos). O resultado é uma zona ininterrupta para arrumações que se estende ao longo de quase todo o habitáculo e é acessível também a partir dos bancos traseiros. O sistema modular FlexRail de três níveis optimiza a utilização deste espaço.  
  • A arrumação ao nível do piso consiste num tabuleiro fixo com dois porta-copos e dois nichos com entradas para ligações AUX/USB e uma tomada de 12 volts – suficientemente grandes para guardar todos os dispositivos móveis.
  • Por cima desta zona, dois elegantes rails em alumínio polido apresentam calhas superiores e inferiores na face interna. O módulo do apoio de braços com ‘flip-top’ encaixa na calha superior enquanto um pequeno tabuleiro de arrumações/porta-copos encaixa por baixo desta. Podem ambos ser mudados para um vasto leque de posições fixas a fim de permitir uma configuração personalizada da consola. O módulo do apoia-braços – suficientemente grande para transportar CD – pode sobrepor-se ao tabuleiro. Cada um deles ou ambos podem ser facilmente deslocados e retirados em qualquer altura, conforme as necessidades. Com recurso a adaptadores, ambos os módulos podem ser fixados à parte central das costas dos bancos, quando se encontram rebatidos entre os passageiros de trás. Em alternativa, os clientes do Meriva podem simplesmente encomendar módulos adicionais para uso permanente no banco traseiro.
  • Além destes componentes, uma bolsa organizadora pode proporcionar versatilidade de arrumação acrescida. Trata-se de uma bolsa funda de nylon que pode ser facilmente montada ou retirada da calha superior do FlexRail. Tem o comprimento de uma folha A4 e é suficientemente larga para guardar uma diversidade de objectos, como jornais, documentos, carteiras e vários outros objectos pessoais.

Sistema de bancos traseiros FlexSpace com funcionamento ainda mais intuitivo

O conceito pioneiro do FlexSpace para o novo Meriva oferece todo um leque de configurações do habitáculo sem necessidade de remover bancos. Foi aperfeiçoado com uma acção de um só passo ao fazer deslizar os assentos dos bancos traseiros ou baixar as costas dos mesmos.

O sistema FlexSpace assegura uma excelente versatilidade. O habitáculo pode ser facilmente transformado, para transportar dois, três, quatro ou cinco ocupantes. Os dois bancos das extremidades traseiras podem ser deslocados para a frente e para trás e ainda deslizar para dentro para proporcionarem uma maior largura à altura dos ombros e espaço para as pernas, obtendo-se, assim, uma espaçosa configuração de quatro lugares. Além disso, as costas dos bancos traseiros podem ser completamente baixadas. Esta versatilidade é conseguida sem necessidade de retirar os encostos de cabeça – nem os bancos, obviamente.

Com as costas dos bancos traseiros na vertical, a bagageira do Meriva oferece uma capacidade de carga de 400 litros, que aumenta para 920 litros quando se rebatem as costas dos bancos. Utilizando todo o espaço disponível até ao tejadilho, pode obter-se uma notável capacidade de carga máxima de 1500 litros.

Arrumação engenhosa onde interessa

Os designers da Opel não estão interessados em conseguir simplesmente um elevado número de compartimentos no habitáculo. Em vez disso, a sua atenção vai ao encontro das reais necessidades dos clientes, criando espaços convenientes para alojar aqueles 20 objectos que as pesquisas indicam serem os mais transportados nos automóveis.[1] O habitáculo do novo Meriva tem capacidade para tudo isso e para muito mais, permitindo muitas vezes a escolha do local.

O amplo porta-luvas, por exemplo, possui uma bolsa para guardar o manual do utilizador e ainda porta-moedas e porta-canetas incorporados. Para arrumar todo o tipo de pequenos objectos foi criada uma calha por cima da tampa.

Existe ainda um mini porta-luvas no lado do condutor com capacidade suficiente para guardar uma carteira, um telemóvel e outros objectos. As bolsas das portas têm capacidade para garrafas de bebidas de 1,5 litros, à frente, e de 1,0 litros atrás. Por cima da porta do condutor, há um compartimento para os óculos de sol ou outros pequenos objectos, que se abre para baixo. Uma pequena mola na parte inferior do pilar A é perfeita para prender bilhetes.

A estratégia de segurança do Meriva é também apoiada pela arrumação. A localização perfeita para o colete de emergência e para o kit de primeiros socorros é por baixo do banco do condutor, fixado por correias. Com a caixa opcional do piso, este elemento pode ser ampliado para caber um chapéu de chuva compacto, luvas e o raspador de gelo. Pode ainda encomendar-se uma gaveta por baixo do banco do passageiro da frente, com capacidade suficiente para transportar um par de sapatos suplentes, um netbook ou livros.

Na bagageira, o piso pode ser elevado até à altura do pára-choques para facilitar as operações de carga e permitir guardar objectos sob o piso. Um útil gancho para sacos de compras serve também para manter o piso da bagageira aberto. São elementos engenhosos como estes que fazem a diferença. As paredes laterais dispõem igualmente de compartimentos para arrumações. Outro exemplo do conceito de bagageira cuidadosamente pensado é a chapeleira, que pode ser retirada num ápice e guardada atrás dos bancos traseiros.

Bancos confortáveis e ergonómicos

Os bancos do Meriva são novos. De proporções generosas e garantindo um bom apoio, oferecem um nível de conforto típico de veículos de segmentos superiores. O curso de ajuste longitudinal dos bancos dianteiros é também líder na categoria. O banco do condutor apresenta a vantagem adicional de se poder ajustar em altura para conseguir a posição de condução ideal. Para as crianças que viajam na segunda fila, as costas dos bancos dianteiros dispõem de mesas (opcionais).

Os bancos ergonómicos desportivos, com função de inclinação do assento, apoio lombar com comando eléctrico, ajuste dos encostos de cabeça em quatro vias e assento extensível para os ocupantes dianteiros, estão disponíveis em opção para as versões Enjoy e Cosmo. Estes bancos ergonómicos foram distinguidos com o cobiçado selo de aprovação da AGR (Aktion Gesunder Rücken e.V.), um painel independente de peritos em ergonomia e médicos alemães. Nenhum outro modelo do segmento do Meriva mereceu esta certificação para os seus bancos.

Num automóvel de cariz familiar, são desejáveis estofos fáceis de limpar, aspecto em que o Meriva lidera graças ao tratamento Top Tec nos seus tecidos de cores claras. O Top Tec recorre à nanotecnologia para resistir às manchas causadas pelo derramamento de bebidas ou outras substâncias como chocolate derretido, ketchup, mostarda e mesmo óleo. É um imperativo para as famílias com crianças que comem no carro.

Na aparência, toque e respirabilidade, o Top Tec é idêntico ao têxtil normal não tratado. As manchas permanentes são minimizadas através da simples limpeza com um pano húmido.


Destaque

Portas de dobradiças posteriores:
uma história que se estende de 1904 até ao novo Meriva
  • Já não estão reservadas a uns quantos privilegiados

As portas com dobradiças na parte posterior eram uma visão comum nas carruagens puxadas a cavalos, muito antes de terem aparecido as variantes sem cavalos. Numa época em que o transporte pessoal estava reservado a uns quantos privilegiados, entrar e sair com graciosidade e decoro era uma necessidade, pelo que as portas com abertura ampla para a frente eram uma solução natural.

Quando os motores substituíram os cavalos, os primeiros automóveis mantiveram praticamente a mesma configuração que os seus antepassados, incluindo a forma como as portas abriam. As senhoras com vestidos compridos, por exemplo, podiam entrar e sair sem receio de os sujar ao roçar na carroçaria. E, se houvesse motorista, este podia apear-se rapidamente e abrir a porta traseira ficando a postos para ajudar os seus ocupantes. A coreografia do processo, para além de elegante, era ergonomicamente correcta.

A Opel começou a construir portas com dobradiças posteriores por volta do virar do século, nos primórdios das carruagens sem cavalos. Um exemplo é o Opel-Motorwagen 16/18 System Darracq de 1904. Este modelo apresentava carroçaria em madeira com duas portas com dobradiças atrás, permitindo aos passageiros subirem para o estribo e entrarem e saírem em frente sem necessidade de se torcerem ou dobrarem. Para o motorista, lá à frente, pura e simplesmente não havia portas.  

O primeiro Opel de portas de abertura antagónica, com as traseiras dotadas de dobradiças posteriores, foi o Opel 10/45 sedan de 1925. O Opel Admiral, um automóvel de luxo de maiores dimensões produzido em quantidade limitada entre 1937 e 1939, tinha portas antagónicas nas versões cabriolet e sedan de quatro portas.

O Kapitän sedan da Opel, produzido durante muitos anos, apresentava carroçaria de construção tipo monobloco, uma característica avançada para a época, e as portas traseiras de abertura para trás, mais tradicionais. Entre 1938 e 1953, foram produzidos mais de 100.000 unidades Kapitän dotadas de portas com dobradiças posteriores.

Ainda hoje, as limusinas Rolls Royce apresentam portas com dobradiças posteriores, ou portas de diligência como são comummente conhecidas. Os tradicionais táxis pretos londrinos são famosos por terem este tipo de portas – os taxistas podem deitar a mão atrás para abrir a porta traseira sem terem de sair do seu lugar. Os passageiros podem sair para pagar a corrida sem terem de contornar primeiro uma porta aberta. Esses modelos, tal como o Meriva, têm um pilar B central.

Existem no mercado outros modelos com portas com dobradiças posteriores, mas são assimétricos: as portas da frente são maiores que as de trás. Nestes casos, as portas traseiras só se podem abrir quando as da frente já estão abertas.

Com a ajuda do design e da engenharia Opel, o novo Opel Meriva vem actualizar a história das portas antagónicas; redescobre as vantagens perdidas desta configuração, aplicando a engenharia e tecnologia modernas para proporcionar inovações relevantes de utilização quotidiana.

[1]  De acordo com uma pesquisa realizada junto de clientes Opel, os 20 artigos mais transportados são: canetas, moedas, uma lanterna, um mapa das estradas, óculos de sol, um disco de estacionamento, uma carteira, lenços de papel, um telemóvel, CD, rebuçados, copos, livros, revistas, jornais, fruta, um kit de primeiros socorros, um colete, luvas e garrafas de bebidas de 1,5/1,0/0,5 litros.

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